O governador voltou a criticar aqueles que vem torcendo contra a economia brasileira a fim de viabilizar candidaturas e relembrou a campanha de 2002, em que o então presidente Fernando Henrique Cardoso convocou os candidatos da oposição para ajudarem a enfrentar a crise. “A gente precisa que quem pensar em ganhar eleição, ganhe pelo mérito, não pelos deméritos de alguém. [...] Tanto nós que somos da base do governo, quanto os que estão na oposição e que podem um dia chegar ao governo, que já governam estados importantes, pensar no Brasil. Pensar no que é importante fazer”, apontou.
Questionado se a medida anunciada pela presidente Dilma Rousseff, o financiamento subsidiado de eletrodomésticos e móveis para beneficiários do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, poderia ajudar a economia, Campos afirmou que é preciso ir além. “Ajuda mais que atrapalha, mas resolve? Só isso não resolve. [...] O que acontece é que as políticas na direção do consumo terminam tendo solução mais rápida. [Elas] saem do papel com mais rapidez que outras, que são mais complicadas – é exatamente o investimento, que é o que nós mais precisamos nesse momento”, defendeu.
Sobre a possibilidade dos metroviários entrarem em greve na quinta-feira (13), o governador mostrou-se otimista. “Nosso pessoal da Articulação Social está acompanhando, torcemos para que se resolva na negociação. Caso contrário, a justiça vai agir com a celeridade que a justiça costuma agir nesses casos. [...] Só que a situação ainda está em processo de negociação, que acredito que pode nos dar um resultado muito positivo. Acho que vai ficar bem, há boa vontade das partes pelo que sei”, disse.
Decisões eleitorais
Durante essa semana, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) cobrou do governador uma decisão sobre o pleito de 2014 em entrevista a uma rádio local. Apesar da cobrança, Campos negou estar sendo pressionado. “Eu tenho um respeito muito grande às circunstâncias de cada um. Cada um faz o que pode no tempo que pode fazer, sempre foi assim a minha posição, de muito respeito à frente popular, a independência de cada um dos partidos e nunca recebi pressão, nem eu estou pressionando ninguém. Eu tenho é que trabalhar”, falou.
Durante essa semana, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) cobrou do governador uma decisão sobre o pleito de 2014 em entrevista a uma rádio local. Apesar da cobrança, Campos negou estar sendo pressionado. “Eu tenho um respeito muito grande às circunstâncias de cada um. Cada um faz o que pode no tempo que pode fazer, sempre foi assim a minha posição, de muito respeito à frente popular, a independência de cada um dos partidos e nunca recebi pressão, nem eu estou pressionando ninguém. Eu tenho é que trabalhar”, falou.
Defendendo a união da Frente Popular no estado, Campos afirmou que espera ‘o tempo certo’ para tomar as decisões para manter o projeto iniciado em seu governo. “O tempo certo será o tempo certo, depende de muita gente, das circunstâncias da economia, do país, o que vai acontecer com a conjuntura do país”, finalizou, reforçando que a decisão deve ficar para o próximo ano.
Herdeiro
Campos confirmou também nesta quarta-feira que sua esposa, Renata Campos, está esperando o quinto filho do casal. “Nós estamos muito felizes, José [o caçula, de 8 anos] já está escolhendo nomes”, disse, animado.
Campos confirmou também nesta quarta-feira que sua esposa, Renata Campos, está esperando o quinto filho do casal. “Nós estamos muito felizes, José [o caçula, de 8 anos] já está escolhendo nomes”, disse, animado.
Fonte: G1 PE
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